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Mostrando postagens de Abril, 2020

Xênia

Evoco esta lírica que emergiu dos mares galegos, Dos celtas, romanos, árabes: a fusão providencial  Do sangue e da peleja que se assemelha a fúria de Poseidon em chão de Gibraltar...
Se nas gens dos celtiberos, Títio Lívio, em suas notas lembrou entre os rios Ebro e Tinto Huelva, local de abundancia, cartaginenses asseverou.
Ó Senhor, somos, então, celtas? Ó Senhor, somos o que somos, tu que determinou!
A bravura de Hanão, como podes, não evitou: as lâminas de Cipião Calvo, no bucólico cenário,  lusitanos e a Indíbil subjugou mesmo com suplícios de Asdrúbal,  Viriato e Himilcão condenou!
Ó Senhor, somos, então, romanos? Ó Senhor, somos o que somos, tu que determinou!
Em Emérita Augusta, assistiu a queda de César e magna Roma, no apogeu e num futuro que a pax, o visigodo ignorou nas mãos de Rodrigo e Aquilla a lusitânia, por décadas, governou.
Ó Senhor, somos, então, visigodos? Ó Senhor, somos o que somos, tu que determinou!
Sob a ira de Tárique, ex-cativo de Magrebe, o califado muçulmano, em terras lusitana…