Cartagena

Embebedado estaria em Bogotá,
do néctar que cintilantemente escorria
da nau de sua cova facial.

Os remos do nunca-sei,
de milésimos de afrescos e tangerinas,
respirando os átomos que te enebriam.

Iremos juntos a Cartagena,
girassóis e formóis,
besuntado em cristais do Caribe.

Embebe-me com teu suor,
embebe-me com a certeza
de que, de fato, nunca estaremos lá!

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