Cântico a Parabrahman

Ó fractal divino,
nove emanado nas duas dimensões primas
Manvantara de manifestação,
pralaya, da não-manifestação

Mulaprakriti dos fenômenos,
Vórtice físico, psíquico ou mental
Fohat e akasha de toda a existência,
Éter dos antigos, quintessência,
Quinta ponta do pentagrama

Dai-me humildade,
dai-me sapiência
Recupera-me as memórias esquecidas
no grande oceano primordial

Caduceu, da serpente
que repousa sob o osso sacro
Desperta-lhe, atravesse swadhisthana, manipura,
anahata, vishuddha, ajna e sahasrara

Chega-lo-ei ao nirvana, parabrahman
Princípio Onipresente, a Seidade Una,
Absoluto, Raiz Sem Raiz
Eterno, Sem Limites, Imutável e Incognoscível,
Desde a morte de Krishna até o fim dos tempos
.


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